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como deixar filhos no celular

Após entregar um celular ao filho, e por mais que se confie nele, é imprescindível estar atenta à maneira como o aparelho tem sido usado. As principais orientações para os pais neste sentido são:
    Dialogar permanentemente: é importante conversar abertamente com a criança sobre ações que representam um mau uso do celular, como, por exemplo, o acesso a conteúdos não apropriados à sua idade ou a falta de limites de uso (não reconhecendo quando o aparelho deve ser deixado de lado). É preciso mencionar estes pontos não apenas uma vez, mas num diálogo permanente, procurando formar essa consciência e autonomia progressiva no uso.
    Monitorar: vale monitorar o uso nos primeiros meses, para ver se o celular está sendo um instrumento de ajuda ou, na verdade, está atrapalhando a rotina da criança.
    Estabelecer limites: como forma de monitoramento, vale a pena estabelecer limites de tempo diário para o uso dos aparelhos eletroeletrônicos.
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     Dar o exemplo: é essencial que os pais deem bons exemplos de como lidam com o celular para que os filhos tenham em quem se espelhar de forma positiva. Se não quer que os filhos parem de conversar nas refeições porque ficam no celular, é fundamental manter o próprio aparelho desligado nesses momentos.

    Não permitir que ele seja o único meio de comunicação: estabelecer limites de tempo diário para o uso dos aparelhos eletroeletrônicos já é uma maneira eficiente neste sentido, mas, mais do que isso, é importante continuar estimulando na criança o interesse por relações e programas “presenciais”, como os passeios em família, as brincadeiras com os amigos, as atividades como jogar bola ou andar de bicicleta.
Explicar, sem terrorismo: ao conversar com a criança, explicar que a internet é como se fosse uma rua de uma grande cidade. Que pais deixariam seu filho andar sozinho, atravessar as ruas em meio ao trânsito caótico, conversar com estranhos, caminhar em meio à multidão? Para atravessar a rua nas primeiras vezes, a criança segura na mão dos pais, certo? O mesmo ocorre no caso de uma criança que se conecta sozinha pelo celular. Ela ficará exposta a um mundo que tem coisas boas, mas muitos riscos. Os pais precisarão conduzi-la pela mão, inicialmente, até ela ter a devida maturidade. Diálogos assim mostram que não se trata de ‘proibir por proibir’. A criança entende o sentido e tem mais chances de seguir essa orientação.
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Ou seja, é importante dialogar com a criança e falar, sim, sobre os riscos que um celular pode oferecer, mas isso sem fazer tanto terrorismo (e correr, assim, o risco de atiçar ainda mais a vontade de usar de forma errada o aparelho).

A idade ideal para dar um celular ao filho pode ser: 9 anos em uma família e 12 anos em outra, por exemplo. O mais importante é a maturidade de cada criança e, também, a atenção que os pais estão dispostos a dedicar a essa questão. Afinal, o monitoramento, os bons exemplos e o diálogo claro e constante passarão a ser responsabilidades fundamentais dos pais nesta etapa da vida da criança.

Super beijo, Graci.

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